30/12/2011

" The Bass, The Rock
The Mic, The Treble.
I like My Coffe Black
Just Like My Metal
"

Perspectivas e Promessas de Fim de Ano

Chega um hora que toda beleza de um grito pueril de rebeldia se vai, sentir pena de se mesmo vira uma idiotis...

É, acho que seria idiota escrever uma resolução de fim de ano sem usar e abusar de metáforas (minha marca registrada) que só eu entenderei de verdade, então lá vai:

Pensando bem, minha vida tem sido 20 anos sabáticos, exatos como um problema matemático, perdidos entre uma flor e um elástico, jogados em um sotão de má sorte. Preguiçosamente arrastado entre um canal e outro, vivenciando a mudança imutavél devido a falta de vontade de se levantar e trocar de fraldas para calças jeans, que na verdade se mostram totalmente apertadas. Gostando de estruturar frases soltas para parecer mais inteligente, citando nomes e palavras que ninguem mais entende, nem mesmo o "tranloucutor" que as passa rente a uma linha imaginária em si, um meridiano de "wewich". Sempre aqui, um puro sangue, instrumento de um chefe, tentando encaixar as peças desse último quebra-cbeça que responderá tudo. E nesse 01 de Janeiro, que eu tenha feito um bom ano, mantendo a calma, cuidadoso e sincero, jogando fora todo haxixe, rapé, papel, isqueiro e um cinzeiro que me acompanhavam feitos meus animais estimacionados saudáveis e insaciáveis que se trocam brutalmente por refeições e dinheiro gasto em coisas frutíferas que nos darão força e forma para podermos gritar com um mundo que não é agradável, mas é o seu. Meu. Sei lá, nosso. E o que há de errado nisso, Deus me expulsará do paraíso? Ou tenho o paraíso em meu piso? Ou se um dia de merda chegar eu me cagar quem irá limpar-me? Ou prometerá - três vezes - amar-me até que a morte venha a levar-me? Será que todos os meu amores - sim, hoje em dia, pesarosamente, bem desgastados - continuaram a esquentar-me? Todos esses pontos esclarecidos enquanto escrevo, e digo, que novo será tudo.
2.0
Nesse novo mundo, todo novo dia irá me acordar com a pergunta: o que fazer para ser mais intenso, ser mais variável, fisiologicamente devotado a novos ventos? Resgatar o desgaste amoroso, se ainda houver tempo, ser uma flor oriental bonita e letal, que se mistura com a beleza mundana e transforma toda a megalomania em pétalas de vento em monumentos febris. Não mais ficar em casa todos os dias, ou ficar em casa todos os dias, crescendo o filósofo, o escriba e o pesticida, gostando de fumar quando caga e de todos esses prazeres ocultos.
E mesmo não gostando de ser quem sou no escuro, sempre voltando a superfície como uma boa merda.



Que novo ano traga-nos como se fossêmos um bom Marlboro Vermelho.

Feliz Ano Final.

17/12/2011

“Barbarismo é o estado natural da humanidade. Civilização não é natural. É um capricho de circunstância. E o barbarismo deve sempre triunfar no fim.”
- Robert E. Howard

10/12/2011

Contos e Lorotas de uma época fria em que eu estuprava o Robocop II

Todo dia o corpo humano perde dez bilhões de células da pele.
Você nunca se perguntou para onde vai tudo isso?

Os parâmetros são distorcidos ao longo da caminhada sabatista em outubro.
O mar negro é somente um pequeno pedaço de toda a fúria que existe adormecida no cérebro humano.
Alcança-la é extremamente difícil.
Como um dos filhos auto-adotados de Selkis, eu já tentei.
Ô se já...
Mais nunca tive êxito em penetrar no âmago da mente e poder recolher todas os pedaços de material negro lá dentro.
Vaganshi no berço de Vilion.
Tudo o que supostamente é tido como verdade se esconde atrás de material negro.
Material negro esconde a chave do universo.
Maitres serviçais de um todo, Oloxuns ouvindo divindades velhas, uma moto em movimento, um canto nórdico, a poesia de uma guerra, tudo esta localizado e armazenado em um pequeno ponto preto de matéria densa e côncava.
O segredo está todo no côncavo.
E o côncavo está no centro.
O centro é tudo aquilo que está preso na mente.
E a mente mente na maioria das vezes, tentando nos afastar da matéria negra pois ainda somos muito imaturos para lidar com tamanho poder.
Preto e branco.
Delírio e ódio.
Tempo e o Vento
Seth e Anúbis.
Tudo aprisionado no centro.
E centro aprisionado em mim.
Nós.

08/12/2011

Hardcorizando

Nas minhas empreitadas e pesquisas sobre a série de livros Crônicas de Gelo e Fogo de G.R.R. Martin - que também é uma série televisiva da HBO com o nome do primeiro livro A Game of Thrones - me deparei com uma resenha na revista Alfa escrita por Daniel Pellizzari. Além de destilar elogios ele termina o texto da seguinte forma:

"Numa época que se marcha por qualquer coisa, menos por sangue e glória, nada mais compreesível que acompanhar uma história que mostra homens e mulheres em estado bruto. Pode não ser bonito, mas é bom relembrar de onde viemos antes de coçar a barriga e marcar o próximo protesto via Facebook."

Se eu já não estivesse apaixonado pela série, com certeza, esse último parágrafo me ganharia...

20/10/2011

Como Uma Onda

Imagine que você é o Lawrence da Arábia e está no deserto. Mas você não esta detonando tudo nem entrando para a história, você só está morrendo no deserto...
Hmm, nada palpável, certo? Okay.
Imagine que você é você e está perdido no deserto.
Óbvio demais...
Então imagine que você é um gerador.
Ok... vamos voltar.
Imagine que você é você e está perdido no deserto.
Seus suprimentos - Todos eles - estão acabando. Só lhe resta um cantil de água (O que destrói todo o significado da expressão entre travessões, mas quem liga? Continuemos).
O que você faria?
Beberia a água, certo?
Não tudo, é claro, você racionaria para durar mais (redundante..), pois bem, somos seres humanos e somos superiores a todo tipo de raça, certo? E você sabe também que se continuar a ir para o norte, você encontrará... sei lá, o Rio Nilo.
Mas você não tem uma bússola e depois de andar um mês inteiro - ou dez minutos, você não sabe a diferença, pois porra, tu no deserto e não sabe nada - você não acha o grande Nilo ( eu nem sei se o Nilo é grande) e seu cantil já passou da metade...
O que você faz agora?

Toma o resto do cantil, xinga tudo com seu último fôlego e se joga no chão, aceita sua merda de destino.

Imagine que quando você está ali no chão arenoso, suas pálpebras queimando no sol, sua pele tão seca quanto a da sua tia Ruth, e a única coisa que você quer no momento é a morte (não a irmã boazuda do Sandman, a morte esquelética e encapuzada, aquela que lembra a titia Ruth), imagine que quando você perde toda a vontade de viver, uma muralha se ergue a sua frente. Uma muralha azul, tão grande, que tapa o sol que te suga a vida. Mas você não acredita, pois cê tá no deserto e o deserto tem "as mãnha" de fuder com sua cuca, mas de repente, no meio de toda sua incredulidade, a muralha azul tomba sobre você. Você acredita na muralha sacana vinda do nada agora, e a muralha te esmaga.
Mas a muralha não é uma muralha.
E muito menos te esmaga.
Você sente um "SPLASH" e toda vida, que estava evaporando do seu corpo, volta. Refrescantemente.
Uma onda.
A onda te banha, e você chora.
A onda traz sua vida de volta e por vários instantes infinitos, você está no céu.
E a cada quebra da onda, uma onda nova se forma e você revive o prazer de ser vivo de novo.
E de novo.
E de novo.
Até que a onda desagua em um rio.
O tão almejado Rio Nilo.
Aquela onda, vinda de sei-lá-da-onde, aquele presente de Selkis, aquele pequeno pequeno pedaço do paraíso, te leva ao lugar que você mais queria.
E lá tem água, comida e uma mansão que te esperam.

Como você se sentiria?

Agora imagine que você sou eu. O deserto é o acaso. A onda é um beijo. E toda a sensação satisfatória da onda é uma boa parte da minha vida...

Eu sou um puta sortudo, não?

02/10/2011

Divino Staccato

Quantificando...

Nunca fomos nacionalistas.
Nunca.
Mas a pátria nos apetece.
Não a pátria governamental que exige nossos serviços e suga nossa verdade vital, mas a pátria urbana e natural. O deus das árvores respira na mesma intensidade que o deus das avenidas.
Apesar de não terem uma co-existência pacífica, eles nasceram do mesmo lugar.
A Mente Cósmica.
E é esse tipo de pátria que nos mantém vermelhos e corados enquanto caminhamos na chuva.
É essa pátria que nos faz bater nos peitos como macacos-humanos transloucados.
Um King Kong Racional após destruir os Dinossauros do Acaso.
A pátria que amo é a que me trouxe do grande e infinito nada e me acolheu como uma grande mãe. A grande mãe que me expeliu de seu divino ventre juntamente com os mares (sua divina bolsa estourada), as lindas florestas (os nacos de seus divinos pêlos pubianos), os montes e montanhas (sua divina placenta), o céu (as divinas gotículas do prazer de um parto), e as cidades ( seus divinos sonhos eróticos).

E é por essa pátria que vale a pena lutar.

É nela que creio, é por ela que vivo.

Vivo tentando mantê-la viva.

Porque somente se ela viver, eu serei.

15/09/2011

Poligamia

Um carneirinho, dois carneirinhos
Três forças são muito. Só duas, são aceitáveis. Segundo o caderno de rascunho social, um é a tampa e outro é a panela. E os dois cozinham.
Três carneirinhos, quatro carneirinhos
E é normal, ninguém, bem, quase ninguém aceita mais de uma força em sua vida. Isso é o certo. Você nasce sabendo disso então isso é o certo.
Cinco carneirinhos, seis carneirinhos
Mas o que será da comida, se não tiver uma colher para mexe-la? Ela ficará grudada, em só uma das duas partes: ou na tampa, ou na panela.
Sete carneirinhos, oito carneirinhos
Com uma colher, talvez a comida não grude. Talvez assim a comida continue seu fluxo ao saboroso. Com uma colher, a comida rende mais.
Nove carneirinhos
Mas será que o cidadão comum, consegue lidar com a exotismo de uma colher?

Dez carneirinhos.
Acorde.

Crônica Sobre Vida e Tanto

Após soltar qualquer objeto, ele irá automaticamente cair no chão.

É o mesmo que após dar a vida a alguém, ela automaticamente irá começar sua degradação.
Pássaros voam rapidamente em frente ao sol. A chuva insiste em cair, mesmo quando raios de
sol as cortam, derretendo-as antes de encontrarem o chão. Poças não se formam. Pistas não
se molham, as casas de formigas e de outros insetos pequeninos não são destruídas.
A vida de um inseto é menos importante que a vida de uma criança com leucemia?
O que torna a vida da criança mais notória?
Surfistas deslizam nas mais perfeitas ondas. Fotógrafos se esbaldam com a beleza da noite.
Astrônomos dissertam sobre o infinito.
A formiga operária número 326 sofre a mesma carga emocional que o funcionário 12 da
empresa x. Os dois estão em crise existencial. Os dois são só mais números a se acrescentar a
contagem de população. E os dois não representam nem 0,02% das suas respectivas nações.
Uma formiga nunca representara mais que 0,02%. Mas ela será responsável pelo
funcionamento do formigueiro no próximo inverno. Um funcionário nunca será mais que
0,02%, mas ele será responsável por fornecer abrigo, comida, segurança e todos os outros
tipos de serviços para os que, sozinhos, representam 3% da população.
Dualidade.
Os dois nunca serão lembrados.
O passar do tempo esmagará suas melhoras. O único legado que irão deixar serão seus filhos.
E mesmo assim, o circulo hermético continuará girando e as pessoas e formigas nunca serão
lembradas.
Seu filhos nunca serão astros e seus maridos nunca serão galãs de cinema. Assim com as
mulheres nunca serão mais que donas de casa ou empresárias ricaças.
Qual é a função de socialites na cadeia alimentar?
Leões rugem e trovões cantam.
As sombras escondem o sol e a chuva domina.
Poças se formam, pistas se molham, formigas e pequenos insetos veem suas casas serem
lavadas para longe.
A formiga número 326 nunca verá sua casa terminada. A formiga número 326 perderá
toda sua família. A formiga número 326 vagará pelo mundo sem saber o que fazer até
eventualmente morrer. Sua existência será vazia. Tão vazia quanto a existência de alguém que
vive para somente comer dormir e foder. Tão vazia quanto um copo debaixo da ponte.
Tão vazia quanto o coração de prédios que servem de sede para governos.
É o curso natural das coisas: Você nasce rico, cresce rico, estuda rico, se transforma em político
rico, vira presidente rico, fode com ricos, terá um filho rico, que provavelmente queimara
um índio ou espancará uma empregada que trabalha para você e tem dois filhos que passam
o dia todo na escola estudando para se tornarem ricos, para depois poderem comer toda a
comida rica, deixando farelos pelo chão rico, para formigas ricas carregarem até sua rainha
rica que dará a luz a mais quinhentas mil formigas ricas, que juntarão mais quinhentos mil
farelos ricos, para aumentar o formigueiro em quinhentas mil vezes para poder assim apreciar
todo o trabalho da sua vida indo embora por duas simples gotas de chuva que caíram após a
vaporização decorrente de um lago moribundo perto de alguma represa.

Você já ouviu alguma vez o som da morte?

Travestindo-Eu-Cristo

bola, Cristo, anda, Fala.
Maquiagem. Pintura de Guerra. Deus da maquiagem. Eu nunca me deprimo. Comprimidos.. por que será que eu me maqueio? Dança, pula, Cobre, prata. Minha armadura de guerra. Guerra. Por que será que estou tão deprimido? comprimido, aço, Redemoinho, Baço. Eu quase posso vê-lo. Aquele garoto... hoje tão sexy. Meus pensamentos estão tão fortes. Alguma coisa assustadora aqui.. atrás de mim, não quero olhar para isso. O que é essa sensação? Deixe para ela lidar com isso. Peruca. Banjo, Santo, grelha, branco. Certo, peitos, pernas, bunda. Eu posso lidar com qualquer coisa. É minha armadura. Falo, Fálico, Mágico, Súbito. Cruzando roupas. Cruzado dragado drogado, bruxa vadia. Puta má. pérfido, pútrido, fétido, súbito.

Oh, orgasmo... Me sinto tão bem... Um Jesus travestido... Uma drag crucificada... Um Jesus Drag...
Drag Crist... Lord... Cristo... Lord Drag... Cristo...

Salvo e Perdoado.
Chuva de prata sobre o crucifixo.

Oh... Um orgasmo.

Orqwith

Um e seis e para.
Continua.
Imaculatriz Placental Dessesolvendo a
Você
ia dizer alguma coisa?
O Tecnoculto Cooptou a Verdade Evoluinda para
Para. Quatro e nove e continua.
Onimatriz, somos todos escravos de um Mestrepai que
Corre
Contra o vento.
Três e oito e para.
Continua.
Tremeluzentes são nossos corpos e o Tempoeixo se
A-l-i-n-h-a
Ficar presa no poste, eu posso morrer eletrocutado?
Cinco e dez. E continua.
Hologramática Difractal do pecado você
Esperando
Psicose Uniterminal
Dois e sete.
Para.

Tudo vai ficar bem, tudo vai ficar bem.
E Todos os tipos de
Coisas
Vai ficar bem.
Tudo.

Existência Fractal

Quando a ressonância atinge seu corpo e você quebra, saiba que está na hora de parar de gritar.
Seu corpo não mais aguenta todo o peso de existir. Moléculas se chocam e pequenas bombas atômicas explodem em toda sua mente. Suas veias pedem por uma injeção de fumaça.
Alucinógenos, barbitúricos nada funciona tão bem quanto a força de parar de gritar.
Pare.
Não alimente o animal interior.
Não grite.
Você cresceu de um jeito que a única forma de encontrar paz e desintegrando cada pequena parte de você.
Mas isso é perigoso. Desmistificar sua existência é como desmontar um brócolis. No fim, você terá um brócolis.
Você será chamado de curva monstro e poderá cair em qualquer uma das três categorias decorrentes de seu nascimento.
Te destruir é mais perigoso que prestigiar sua destruição iônica da verdade absoluta que talvez explicaria o que é ser.
Então catequizá-lo é a forma mais sabia de te vencer. Quando doutrinado, talvez te faça entender que todos nós partimos do mesmo pedaço de feto expelido pela bunda de algum padre xiita. Nós nascemos, crescemos, nos reproduzimos e morremos da mesma forma que uma reação caótica se torna padronizada e no fim a lagarta se transforma em uma linda borboleta.
Bater das asas provocando tsunamis.
Pequenos “você” dominariam o mundo. A constituição aceita pelo homem moderno como forma de se atualizar socialmente é deturpada e,alegoricamente, defecada pelo seu cérebro após a acústica encontrar o vácuo.
Você é uma arma de destruição em massa e nem mesmo sabe disso.

O seu espirro pode provocar furacões em alguma estrada avermelhada da extinta China imperial. Em contra parte o peido de algum animal rastejante pode somente apagar a vela de seu bolo de aniversário.
Seu potencial destrutivo é absurdamente grande e sua existência é mais perigosa do que o cultivo de vírus nas fazendas humanas do Quénia ou de qualquer outro país subdesenvolvido.
Talvez a existência de fazendas humanas seja culpa sua.
Você respira oxigênio e libera gotículas de ébola que junto com a respiração de outras máquinas assassinas como você, formam bombas de hidrogênio em mentes localizadas em algum lugar no subconsciente da coexistência universal.
Globalização é a arte de matar sua cultura.
Globalizar seu lóbulo frontal e ver que glóbulos vermelhos e glóbulos brancos vivem em harmonia sexual, é como descobrir que Margaret Thatcher se casou com Josef Stalin e tiveram um pequeno Ernesto Che, irmão gêmeo do capitalismo estampado em camisas e caixas de cigarro.
Animais morrem para te alimentar. Animais morrem pois você come toda sua comida.
Você é responsável por cada buraco negro na pele de uma criança com câncer.


Sua existência transfere radiação gama a superfície terrestre.
As montanhas são resultados de uma noite solitária em sua casa, com o canal Prive aberto e mostrando atrizes levando ao extremo a arte de atuar.
XXX.
E se sua catequização não se der por uma mão inserida no campo morfogenético, a mão se virará contra o braço, o braço contra o ombro, o ombro contra o córtex, o córtex contra a mente e a mente contra Gaia.
Você destruirá o universo se continuar existindo.
Essa carta é a minha tentativa de catequizá-lo, pois eu falo com as plantas, respiro através dos peixes e voo junto com os pilotos.
Se minha apelação não levá-lo a crer que sua existência é descartável, então eu serei o estopim da bomba que destruirá a força gravitacional e fará todo o infinito ser engolido por seu umbigo.
A única forma de evitar tal catástrofe é controlando seus impulsos nervosos e transferindo todos os seus conhecimentos para o poço de alimentos mal cheirosos que sairão do ânus de seu animal de estimação.
Seu corpo virará adubo e toda sua existência será esquecida.
E assim então, eu terei destruído a primeira parte de uma linhagem infinita de sentinelas matadores assassinos.
E quando eu conquistar o infinito, será hora de matar a mim mesmo, em um ato tragicamente lembrado pela mãe natureza como “Auto Descarte para a Sobrevivência de Todo o Mundo Animal, Vegetal e Mineral”.
E então estaremos livres como fractais para reorganizar a idéia e criar nosso admissível mundo novo.


Sinceramente seu,


Cavaleiro Alado
Líder da Armada Nacional de Aumento Racionalizado de Questões Unicamente Intimistas da Sociedade Mundial Orgânica.

30/08/2011

Garotas e Moleques

Em tempos em que mulheres respiram um pouco mais livres, eu realmente não consigo entende-las.
Tá, vamos partir do princípio que gosto é que nem cu, cada um tem o seu e blá-blá-blá, mas tudo tem um limite, certo?

...

CERTO?

...

ERRADO!!



Eu vejo moças, as mais lindas moças, se anulando, deixando de lado seus sonhos e fazendo o mínimo possível por suas vidas para poderem ficar juntas de seu amado. Meninas maravilhosas que se metem com caras fodidos somente para ter status social. E quando eu pensei que isso iria acabar no colégio, pois as meninas de colégio (não todas é claro) tem merda na cabeça, mesmo alegando serem maturas prematuramente, eu me deparo com um tanto de moças assim em faculdades! E até na vida trabalhista!

Dizem por aí que mulheres adoram um cafajeste, uma pessoa que as trate mal e que as faça sofrer, e eu nunca acreditei muito nisso, sempre dizendo que gostar de sofrer é uma característica do ser humano como um todo, mas de uns tempos para cá, as mulheres da chamada "nova geração" têm quebrado a firma! E bem bonito!
Vejo muitos amigos meus, caras legais, caras que, se tivessem a chance, tratariam suas moças como a mais preciosa preciosidade, sozinhos em casa, presos com medo de tomar "nãos", reprimidos pois sabem que não tem o carâter (financeiro ou estatistíco) suficiente para conseguir um encontro decente.
E o que elas fazem?
Elas preferem o cara que fala um monte de merda, come geral, mas tem uma bagagem sensacional (Financeira e/ou estatisticamente falando).

Milhares de "antepassadas" morrem lutando bravamente por direitos iguais, e hoje veem seus esforços sendo cagados cotidianamente, por um bando de idiotas interesseiras e... idiotas.

É claro que "generalização é o mal da razão", mas como estamos em um país democrático, onde supostamente a maioria ganha, eu digo com toda razão: As mulheres de hoje tão cagando e andando quando escutam a palavrinha mágica independência.

Infelizmente, hoje mais que nunca, quem tem dinheiro ganha! Sua mãe, seu pai, sua irmã e sua cacatua chamada Zoid, ele levará todos se quiser...
Inclusive aquelas meninas tão lindas que você comeu com o olhar sua vida inteira... Ele vai comer com... é... um garfo e uma faca, é claro!
Um garfo e uma faca!

Ai, ai, ai, nessas horas eu agradeço o criador da palavra "exceção".

Mas este é o mundo em que vivo né, e vocês sabem,
Eu odeio isso aqui...

29/08/2011

Ei!

Ei!
Estou tentando te encontrar!
Ei!
Deve ter um demônio entre nós
Ou Vadias na minha cabeça,
Vadias na minha porta,
Vadias na minha cama,
Mas ei!
Onde
Você
Tem estado?
Se você for de vez eu provavelmente morrerei.

Estamos acorrentados

Uh!
Disse o homem para a moça...
Uh!
Disse a moça para o homem que ela adora
E todas as vadias como um coro
Fazem "Uh!" A noite toda!
E minha roqueira, você não está cansada disso?

Uh
É
O
Som
Que as mães fazem quando seus bebês se machucam

Mas nós,
Nós estamos acorrentados
Um ao outro