10/12/2011

Contos e Lorotas de uma época fria em que eu estuprava o Robocop II

Todo dia o corpo humano perde dez bilhões de células da pele.
Você nunca se perguntou para onde vai tudo isso?

Os parâmetros são distorcidos ao longo da caminhada sabatista em outubro.
O mar negro é somente um pequeno pedaço de toda a fúria que existe adormecida no cérebro humano.
Alcança-la é extremamente difícil.
Como um dos filhos auto-adotados de Selkis, eu já tentei.
Ô se já...
Mais nunca tive êxito em penetrar no âmago da mente e poder recolher todas os pedaços de material negro lá dentro.
Vaganshi no berço de Vilion.
Tudo o que supostamente é tido como verdade se esconde atrás de material negro.
Material negro esconde a chave do universo.
Maitres serviçais de um todo, Oloxuns ouvindo divindades velhas, uma moto em movimento, um canto nórdico, a poesia de uma guerra, tudo esta localizado e armazenado em um pequeno ponto preto de matéria densa e côncava.
O segredo está todo no côncavo.
E o côncavo está no centro.
O centro é tudo aquilo que está preso na mente.
E a mente mente na maioria das vezes, tentando nos afastar da matéria negra pois ainda somos muito imaturos para lidar com tamanho poder.
Preto e branco.
Delírio e ódio.
Tempo e o Vento
Seth e Anúbis.
Tudo aprisionado no centro.
E centro aprisionado em mim.
Nós.

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